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PESQUISA DOS MUNICÍPIOS: confira o ranking das 20 cidades paraibanas com a pior nota em gestão de Governança, Eficiência Fiscal e Transparência

Os dados foram colhidos no dia 28 de julho e permitem identificar o nível de desenvolvimento humano do local na circunstância temporal de realização da pesquisa.

É importante deixar claro que os dados são atualizados em tempo real, podendo haver modificações a qualquer momento. Na matéria de hoje, vamos apresentar aos leitores as cidades com a pior avaliação em gestão de Governança, Eficiência Fiscal e Transparência, de acordo com os dados colhidos no dia 28 de julho.

Os números destes levantamentos feitos pelo Instituto Áquila permitem identificar o nível de desenvolvimento humano do local na circunstância temporal de realização da pesquisa. De acordo com o instituto, as Cidades Excelentes são aquelas que proporcionam uma melhor qualidade de vida para os seus cidadãos. Uma cidade excelente deve estar em equilíbrio para promover serviços eficientes à sua população. E para traduzir em um único número o indicador que mede o nível de excelência de um município, foi criado o IGMA.

A plataforma foi criada com um olhar municipal. Assim, o Aquila busca engajar a população e os gestores municipais na busca pela melhoria do serviço público e o consequente ganho de qualidade de vida da população. Com essas informações, é possível ao gestor público aprofundar e estratificar as análises dos indicadores que sustentam cada pilar do município, identificando assim quais são as restrições e onde ele deve atuar para promover excelência.

Além disso, o grupo Bandeirantes criou o Prêmio “Band Cidades Inteligentes”, em parceria com o Instituto Aquila, com o objetivo de premiar as cidades que obtêm os melhores resultados a partir da avaliação realizada pelo IGMA. Os indicadores foram construídos a partir de 5 pilares: eficiência fiscal e transparência, educação, saúde e bem-estar, infraestrutura e mobilidade urbana e desenvolvimento socioeconômico e ordem pública.

Na matéria de hoje, vamos apresentar aos leitores as 10 cidades paraibanas com o melhor desenvolvimento em gestão de Governança, Eficiência Fiscal e Transparência, onde são analisados os seguintes fatores:]

Indicadores de Governança Monitorados:

Percentual de Endividamento (%) – ⇩

Autonomia fiscal (Número) – ⇧

Capacidade de Investir (%) – ⇧

Investimento per capita (R$ por habitante) – ⇧

Resultado fiscal (%) – ⇧

Índice de Transparência (Nota) – ⇧

Aderência ao Plano de Contas (Homologado no prazo=1 ou fora do prazo=0) – ⇧

Relação de servidores por 100 habitantes (Número por 100 habitantes) – ⇩

Proporção de comissionados sobre o quadro de servidores (%) – ⇩

Classificação CAPAG (Conceito: A=4, B=3, C=2, D=1) – ⇧

Percentual de Mulheres Eleitas (%) – ⇧

Variação no indicador IEG-M (Variação de faixas) – ⇧

Despesas com Pessoal Executivo sobre a Receita (%) – ⇩

Pagamento no prazo do Parcelamento com RPPS (Sim=1 ou Não=0) – ⇧

Saldo dos Precatórios sobre a Receita (%)

Confira o ranking com a porcentagem das 20 cidades com pior avaliação em Governança, Eficiência Fiscal e Transparência, da Paraíba, de acordo com os dados do dia 28 de julho.

 

MUNICÍPIO POSIÇÃO FISCAL
Cuitegi 1 16,17
Juarez Távora 2 19,44
Pedro Régis 3 21,52
Pilõezinhos 4 23,87
Marcação 5 27,92
Boa Vista 6 28,52
Caaporã 7 29,10
Lucena 8 29,77
Curral de Cima 9 29,92
Gurjão 10 30,28
Jericó 11 30,60
Mulungu 12 31
Santa Cruz 13 31,28
Aroeiras 14 31,51
São João do Rio do Peixe 15 31,60
Alagoinha 16 31,77
Alhandra 17 31,96
Boqueirão 18 32,10
Serra Redonda 19 32,27
Serraria

Fonte: Polêmica Paraíba

Créditos: Polêmica Paraíba

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